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Niall Mulholland, CIT
- 27 de janeiro de 2010
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 A catástrofe humanitária que caiu sobre o Haiti ultrapassa qualquer entendimento. O poderoso terremoto de 12 de janeiro deixou milhares de mortos, com estimativas que chegam a 200 mil ou mais. As frágeis moradias das favelas de Porto Príncipe, a capital, colapsaram, assim como os prédios públicos, incluindo escolas e hospitais. Milhares ainda estão desaparecidos e muitos mais seriamente feridos.
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Niall Mulholland, CIT
- 15 de janeiro de 2010
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O povo pobre do Haiti foi atingido pelo desastre novamente; um enorme terremoto, em 13 de janeiro, derrubou prédios na capital Porto Príncipe. O terremoto de magnitude 7,0 – o maior registrado nesta região do Caribe – deixou três milhões de pessoas que vivem em favelas, de madeira, lata ou concreto barato, construídas em morros, especialmente vulneráveis. Teme-se, cada vez mais, que milhares de pessoas foram mortas e que muitas outras foram gravemente feridas ou estão desaparecidas. Segundo a agência de notícias Reuters: “Sobreviventes ensaguentados e confusos se reuniam em espaço aberto e corpos estavam presos nos destroços”. Muitos prédios foram destruídos, inclusive a sede da Força de Paz da ONU (em torno de 9.000 soldados e policiais estão alocados lá para “manter a ordem”) e o palácio presidencial.
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Clara Perin
- 22 de dezembro de 2009
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Por quase duas semanas os moradores do Jardim Pantanal, zona leste da capital de São Paulo, ficaram inundados em suas próprias casas. Mais uma vez, o episódio revela a perversidade e a irracionalidade do funcionamento do capitalismo.
A grande imprensa divulgou amplamente os motivos conjunturais que provocaram tal calamidade. O primeiro diz respeito à escolha feita pelos governos do Estado, PSDB, do Serra, e do município, DEM, do Kassab. Diante do temporal que assolou a cidade, essas autoridades públicas tiveram que decidir entre deixar inundar as casas dos pobres ou deixar inundar a via na margem do rio Tietê. Não tiveram dúvidas. As comportas da barragem da zona leste foram fechadas e o Jardim Pantanal foi inundado.
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André Ferrari, Diretório Nacional do PSOL
- 27 de janeiro de 2010
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 O ano de 2010 será decisivo para a esquerda socialista brasileira. Em meio a um cenário complexo, marcado pelas ilusões que persistem em relação ao governo Lula, recai sobre a esquerda que não se vendeu e não se rendeu a difícil tarefa de romper a falsa polarização entre PT e PSDB no processo eleitoral que se aproxima.
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Alternativa Socialista Revolucionária (CIT na Bolívia)
- 15 de janeiro de 2010
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Trabalhadores e camponeses indígenas devem mobilizar-se e adotar uma ação socialista revolucionária agora que Evo Morales e o partido Movimento Ao Socialismo (MAS) desferiram uma derrota devastadora a seus adversários de direita nas eleições presidenciais e congressionais da Bolívia em 6 de dezembro. Morales recebeu 63,46% dos votos populares, enormes 36 pontos a mais que seu adversário mais próximo, e um aumento de quase 10 pontos comparados à eleição presidencial de 2005.
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Elin Gauffin, Karin Wallmark e Amer Mohammed Ali, Rättvisepartiet Socialisterna (CIT Suécia)
- 17 de dezembro de 2009
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A manifestação ambiental de Copenhague em 12 de dezembro, com mais de 100 mil participantes, foi o maior protesto ambiental que já houve. Ela teve um forte caráter anti-capitalista. “Cantávamos ‘Justiça Climática’ e ‘Salvem o planeta – esmaguem o sistema – o que precisamos é o socialismo’. Pessoas ao longo do ato nos aplaudiram e vendemos muitos jornais e outros materiais”, relataram membros do CIT.
O ato também mostrou a extrema brutalidade policial contra quase mil manifestantes.
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